Eu não queria aborrecer não era minha intenção interromper a telenovela ou meter-me à frente da luz estou só para aqui sentado em frente à janela olhos presos ao vazio como hipnotizado quase que artificialmente baixo o ritmo cardíaco e hiberno. Não sei se aborreço ou não braços estendidos e areia a escorrer por entre os dedos areia coisa estranha a lembrar outros verões nem pestanejo enquanto a areia continua a cair esquecido de mim olhos abandonados mantenho-me imóvel. Sinto forte cá dentro como um ciclo no fim insisti para comigo chamar-lhe ciclo de sociabilidade encontro-o encerrado ou a ponto de não me preocupa um quadrado depois um círculo que nalgum ponto se desprende e da circunferência resta um simples risco aí está a sequência do encerramento do ciclo sem mais nem menos música. É com indiferença que assisto ao sentido do actual que ser em estrangeiro é bastante melhor será tudo uma questão de moda
pausa comercial por falar em moda há que amar as marcas marcas marcas marcas mergulhar de cabeça nas lojas lojas lojas lojas fazer delas nossa bandeira nosso emblema mais vale uma loja na mão do que duas a voar
pausa comercial moda as vítimas quem usa quem moda vácuo areia telenovela moda janela café sapo moda moda moda até que a voz me moda.
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