<body><script type="text/javascript"> function setAttributeOnload(object, attribute, val) { if(window.addEventListener) { window.addEventListener('load', function(){ object[attribute] = val; }, false); } else { window.attachEvent('onload', function(){ object[attribute] = val; }); } } </script> <div id="navbar-iframe-container"></div> <script type="text/javascript" src="https://apis.google.com/js/platform.js"></script> <script type="text/javascript"> gapi.load("gapi.iframes:gapi.iframes.style.bubble", function() { if (gapi.iframes && gapi.iframes.getContext) { gapi.iframes.getContext().openChild({ url: 'https://www.blogger.com/navbar/8792885?origin\x3dhttp://suorefantasia.blogspot.com', where: document.getElementById("navbar-iframe-container"), id: "navbar-iframe" }); } }); </script>

13 agosto 2007

DELÍRIO

Hoje não me sai da boca outra coisa que não insultos entre dentes de maneira compulsiva este chorrilho ameaça tornar-se obsessivo mas não posso calar o que vejo não posso suster no peito o que me arrebata já disse esta tensão nos músculos dos braços a sede de violência quase já sinto o sabor do sangue nos meus dentes arreganhados. Se eu pudesse gritar aqui, foda-se. Não desculpem a linguagem não é para desculpar e eu não me desculpo por ela não sei codificar em caracteres a minha agitação de outra forma e é só isso, foda-se e os músculos dos braços a pedir acção.
Hoje celebro o ódio a todas as putas. Dia negro ódio matança. Ouvem suas putas? Às vezes fantasio que vos mato a todas. Que esfrego os pés nas poças do vosso sangue que urro e salto sobre o que resta de vós tresloucado que me ajoelho e esmago os meus punhos até vos desfazer contra o chão e depois estender uma passadeira de alcatrão sobre tudo e fazer uma estrada por cima.
Não te inibas meu amigo. Ainda que não pareça eu não estou só na minha cabeça mas também não preciso de companhia hei-de já que aqui estou aproveitar o meu tempo e fazer alguma coisinha nem que seja fantasiar todo o tempo que mato todas as putas o tempo meu que hei-de aproveitar é tão negro e tão lento.
Tenho-me ainda todo dentro de sacos pronto a partir tudo não fora mais que um pesadelo a caminho de acabar e eu a caminho de destino desconhecido.