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19 junho 2007

SHRTSTRS01

Há duas ou três ou setenta semanas antes de tudo e de nada.

Não sei como explicar como as minhas mãos sobre a mesa do café ficaram repentinamente tão desprovidas de força tão fracas e inúteis e o coração a palpitar-me no pescoço quase a tirar-me o fôlego. Ali estava eu desconfortável de vez em quando com a cabeça assente sobre os braços outras vezes com o queixo apoiado numa mão a entreter-me o passar do tempo até que fui atingido. Como um raio que adivinha a tempestade a avizinhar-se um clarão nos meus olhos fui atingido falta-me o ar falta-me o jeito as mãos já o disse fraquejam tento articular mentalmente algumas frases alguns insultos um discurso minimamente coerente digno e intimidador. Preciso de uma ideia de uma força de uma frase preciso de ar preciso de sair daqui preciso de esquecer que isto tudo é preciso de mudar de voar de meter ar fresco na minha cabeça arejá-la um bocadinho.