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27 fevereiro 2007

INCOMPLETO

Suspirar como exalar o fumo do cigarro inexistente nos lábios as mãos frias mas nem tanto. Alma mergulhada num apaziguamento água salgada no corpo sal na língua suando e fantasiando esquecida a inquietação perdida não registada a criação não faz mal mas faz mal. Impressão uma agitação concreta e um peso a falta o restante não por obrigação mas simplesmente para manter uma cadência e ver se com isto aumenta se regulariza e anima e mantém. Todos os dias fossem outros estes fluem como a água num rio há tanto tempo que não me sento num rio um rio é um comboio de água e é necessário respirar outros ares ver outras cores para acalmar os terramotos da alma para prevenir a íntima trepidação.
Não consigo. Não sei porque tento não consigo valerá a pena tentar apenas para não ficar a sentir que podia ter tentado sem o ter feito evito o vazio mas não a decepção porque eu não consigo. Uma noite perfeita em tons dourados e vermelhos de cetim num teatro que se escreve com h queria deitar-me no chão ou abraçar as paredes ou lamber os corrimões e as pernas das cadeiras e engolir a música se tal fosse possível fechá-la dentro de mim e ter para minhas aquelas mãos errantes que parecem não saber o que fazem até que certo ponto. Eu queria ser de pedra numa cidade de pedra que ama as suas pedras que não vende a sua identidade e passado às reluzentes promessas tecnológicas obsoletas da inovação irrelevante.
Já não como antes porque o tempo como um rio como um comboio passou sentado eu de pé à mesa de forma rectangular a velha puta ria-se alarvemente e continuava a deleitar-se com a bajulação que lhe faziam ou não percebi bem ninguém bajula a puta mas a puta quer percebê-lo assim eu não me escondo não escondo que queria dizer à puta que sabia o que ela queria sabia que ela queria acabar na cama com alguém uma puta é o que é. Chega fica-me mal ficam com quem as faz pára. Insistente incómodo pede continuação ao cuidado de agora e sempre todavia porém contudo.