SUCRE
Todos os dias e adiando um pouco mais um pouco mais além continuando prolongando a vida morte adiada em cada beijo e todos os dias vezes sem vontade vezes sem sacrifício vezes de pedras às vezes tantas nas mãos em ambas as mãos no entanto cada beijo cada minuto cada momento todos os dias adiando a morte o prazo de validade de qualidade da vida. Um devir permanente a inconstância a dúvida aquilo que acaba em todos os dias o fim último dia para não liquidarás mas porquê? e aquela angústia do desconhecido perante o defundo os que abrem e os que fecham para lhes dar lugar a páginas tantas cores de laranjas uma luz trémula luz clara tremelicando insinuando-se fazendo amor com os meus olhos.
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