As flores não prometiam nada um espelho baço sujo distorção promessa adiada de manobra de distracção de liberdade e enjoar o chão as cores o tecto as luzes paredes portas vórtice a garganta presa uma garra que me prende que me cerca me cerceia fraquejo morro de cansaço expludo.
23 outubro 2006
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1 Comentários:
Hei-de vir cá com mais calma! Pela amostra apercebi-me que tu e as palavras "andam quase de mãos dadas". Parabéns pelo teu blogue!
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