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03 junho 2006

SÁBADO SEM SOL

Não sabia dizer ao certo quantos minutos foram, quanto tempo ficou ali depois de o comboio partir, a olhar o binario vazio como vazio estava no interior, os minutos caindo lentamente como gotas, olhou à volta e não percebia os ponteiros do relógio, não percebia nada à volta e o comboio já não se via ao longe ao longe ao longe, não sabia há quantos minutos há quantas horas tinha partido o comboio tinha partido o espírito e a embalagem ficou para ali abandonada naquela plataforma de estação. E então andar sem destino andar sem vontade andar só (sozinho) andar porque sim andar para onde.

Naquele dia a música foi a alegria do homem. Naquele dia respirar era a coisa mais difícil do Mundo.