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08 maio 2006

Se viajar é preciso como digerir que algumas viagens devessem ser só bilhete de ida na caixa do correio só ir e não voltar bilhete de costas voltadas e não querer enfrentá-lo viajar sem regresso é preciso se o regresso for sopro suspiro condenação. Como digerir a volta a volta que não foi (nunca tal tinha acontecido) e a re-volta que teve de ser viajar é preciso mas o amor também é preciso.

E nem as sirenes cantam da mesma maneira. E tenho uma maçã na garganta tenho uma pedra na garganta tenho uma lâmina na garganta tenho um grito na garganta. A torneira que se abre e abre a torneira em mim como antes como sempre não deixou de ser. Porta casa porta elevador num virar de costas correr para longe tão longe lá longe e seco sempre calado sempre e seco.