ESTE ANO
Às vezes embarco num etnocentrismo num confortável etnocentrismo quando andando pensando esta estúpida cidade este estúpido país esta estúpida gente não me reconheço assim mas às vezes assumo confortável etnocêntrico revolta dirigida projectada e os olhos que vêem a cidade o país a gente não são bem os meus são os meus é certo mas não são os meus olhos de situação normal situação normal desejável coração confortado cheio quente. A visão que os olhos absorvem é certo foi-lhes oferecida imposta por mim e só por mim sei-o lamento-o e no fundo tudo depende os olhos vêem o que lhes é dado ver no contexto o quadro mental emocional que há por trás e digo não tenho dúvidas que os olhos veriam e pensaria que cidade incrível que país incrível que gente incrível se só o coração estivesse no seu lugar e antes em vez de estar como vazio sem a parte que lhe falta que precisa para viver para bater sem o coração ter por que bater.
Eu um ano de menos mas eu também mais amargo por exemplo e consciente o amargor deste ano em mim a aumentar e mesmo não sendo assim amargor e sem dúvida consequência o sentimento anterior acima descrito. Sou etnocêntrico porque estou amargo por causa de toute cette situation por minha causa e sem correr por não ter por que andar à chuva às vezes porque imprevisível. E as viagens amargas de garganta enrolada em nó três dias que parecem meses e meses quando voltei como explicar caí outra vez e por aqui ficando estando arrastando o seu cadáver nos cafés que fecham nos que ainda não fecharam.
Eu um ano de menos mas eu também mais amargo por exemplo e consciente o amargor deste ano em mim a aumentar e mesmo não sendo assim amargor e sem dúvida consequência o sentimento anterior acima descrito. Sou etnocêntrico porque estou amargo por causa de toute cette situation por minha causa e sem correr por não ter por que andar à chuva às vezes porque imprevisível. E as viagens amargas de garganta enrolada em nó três dias que parecem meses e meses quando voltei como explicar caí outra vez e por aqui ficando estando arrastando o seu cadáver nos cafés que fecham nos que ainda não fecharam.
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