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11 maio 2006

Boa pergunta meu irmão mas que boa pergunta e sabes não tenho resposta para te dar encolho os ombros não olho para ti à volta à volta respiro fundo pronto só isso pronto. Tens razão e que posso eu fazer se não fiz ainda que tu bem me dissesses e sempre e eu como se nada continuando demasiado concentrado em estar assim. Mas ainda assim confesso não posso nem com toda a boa vontade que pudesse inventar compreender não me digas isso não me digas que pensas isso não me digas que me desejas isso e julgas isso o melhor para mim. Obrigado meu irmão por te preocupares demasiado às vezes mas pronto faz parte mas por favor não me digas que disseste isso eu não quero sequer pensar.

Estes dias em que caminho sempre lentos sempre lento eu a pressa só no pensamento a acção lenta lenta sempre os dias mesmos de como portas fechadas sem circulação de ar tecto escuro ou muito escuro de ameaças suspiro sopro respiro fundo sem conseguir encher os pulmões. Aquele incómodo perfurante como parafuso a chiar como faca a cortar gelo como imaginar e quatro dias quatro sentem-se uma eternidade incrível de vazio de falta.