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19 abril 2006

VAI COM CALMA

E enquanto falava não me esquecia mas deixava-me cair e repetidamente ia-me buscar ao chão agarrava-me mas mãos trémulas caía outra vez e ao mesmo tempo experimentava impressionantes dificuldades respiratórias ofegante sem esforço incapaz de inspirar plenamente e depois expirar completamente este aperto esta tremura das mãos sempre a deixar-me cair ao chão e o ar sem chegar aos pulmões. Ninguém mo disse mas eu até já sabia e se me perguntassem não ia sorrir não de certeza na verdade nem sei bem o que ia responder é melhor preparar-me não tarda e dizem eles que para nunca mais não sei bem se para nunca mais se para alguma vez mais não sei mas sinceramente não quero saber só sei que. Aquela impaciência dormente aquele deambular parado aquela urgência dolência reincidência impertinente pertinência e tudo sem sentido achas acho sim claro completamente e por outro lado mesmo julgando ter ah! achado nada passa de isso mesmo bolas. E tudo estes dias revolvendo resvalando o pensamento contra as paredes murro sem mesa ou mesa não esmurrada e face minha própria não esmurrada e murros no ar o ar a molhar para se vingar. O silêncio e a música que não adequada o silêncio e a ausência a ausência só e quando não sei e pronto só mesmo embora cá dentro não e não inspira expira não consegue tenta e certo certo pronto só pronto. Redescobrir e repensar muito pensar e só boa noite nada mais e só e só e nada além de só e eu resiste porque nada palmatoada chega desliga e vai desliga-te. O excesso de velocidade que não paga multas e dá-me tanto prejuízo como se.