CAPPUCCINO E TARTE DE MAÇÃ
Cappuccino e tarte de maçã (torta di mela) que saudades. Que saudades de cappuccino e tarte de maçã que saudades de ti. Tu, tarte de maçã (torta di mela), cappuccino, que poderia eu querer mais. Que saudades. "Nada é tão mau quanto não te ter e saber que o teu riso é o aviso que de ti preciso para viver"...
Sozinho finjo deambular digo finjo porque sei que não deambulo vou andando com destino o aparente é sem destino mas ele no entanto está cá. Vou andando para casa vou andando para aquela casa vou andando para a casa do
senhor...?
Giangiacomo Feltrinelli.
Olá muito prazer. Olá bem-vindo tudo bem tira o casaco senta-te confortável podes ficar o tempo que bem entenderes. Oh mas que simpático muito obrigado é uma honra não quero incomodar. Não incomodas nada está à vontade mexe no que te apetecer tira as coisas do sítio ouve lê fica para aí estás em casa. Estou em sua casa. Estás em casa.
Quando se pára de não deambular não se pode voltar a não deambular custa mas é mesmo assim e toda a gente diz que já faltou mais e realmente já faltou mais e toda a gente diz que passa rápido e realmente não passa rápido. Não deambular longe de casa não é não deambular são só passeios não improvisados e sempre de itinerários repetidos mesmo em meras fracções de canais e pessoas. A neve e a pessoa corrida em frente para lá para depois para longe. Não não deambulo porque não posso e não consigo são serão sempre não deambulações vazias e monótonas aborrecidas e repetitivas. Não deambular sem inovar. Não sei deambular.
Tudo isto me parece no fundo mais um verão isso mesmo sinto que estou a viver um longuíssimo verão um daqueles verões que se nos agarra à pele o tempo pegajoso um verão desses sem calor é este verão de tempo e distância (confere) de saudades (confere confere confere) um verão. Um verão como os que tenho conhecido um verão de vida em suspensão. Um daqueles verões em que a peste da solidão se abate sobre o nosso olhar e não podemos senão recusar e dizer que não. Não tenho medo de amar.
Sozinho finjo deambular digo finjo porque sei que não deambulo vou andando com destino o aparente é sem destino mas ele no entanto está cá. Vou andando para casa vou andando para aquela casa vou andando para a casa do
senhor...?
Giangiacomo Feltrinelli.
Olá muito prazer. Olá bem-vindo tudo bem tira o casaco senta-te confortável podes ficar o tempo que bem entenderes. Oh mas que simpático muito obrigado é uma honra não quero incomodar. Não incomodas nada está à vontade mexe no que te apetecer tira as coisas do sítio ouve lê fica para aí estás em casa. Estou em sua casa. Estás em casa.
Quando se pára de não deambular não se pode voltar a não deambular custa mas é mesmo assim e toda a gente diz que já faltou mais e realmente já faltou mais e toda a gente diz que passa rápido e realmente não passa rápido. Não deambular longe de casa não é não deambular são só passeios não improvisados e sempre de itinerários repetidos mesmo em meras fracções de canais e pessoas. A neve e a pessoa corrida em frente para lá para depois para longe. Não não deambulo porque não posso e não consigo são serão sempre não deambulações vazias e monótonas aborrecidas e repetitivas. Não deambular sem inovar. Não sei deambular.
Tudo isto me parece no fundo mais um verão isso mesmo sinto que estou a viver um longuíssimo verão um daqueles verões que se nos agarra à pele o tempo pegajoso um verão desses sem calor é este verão de tempo e distância (confere) de saudades (confere confere confere) um verão. Um verão como os que tenho conhecido um verão de vida em suspensão. Um daqueles verões em que a peste da solidão se abate sobre o nosso olhar e não podemos senão recusar e dizer que não. Não tenho medo de amar.
1 Comentários:
eu tenho... e muito
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