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01 fevereiro 2006

RUMO

O alívio de não ou a angústia de enfim nunca contente.

Andar como autómato sem escolher o caminho sem hesitar na dúvida não inventar seguir como autómato o caminho de todos os dias e as mesmas ruas as mesmas praças os mesmos passeios passadeiras semáforos lojas viadutos areia no chão todos os dias os mesmos cartazes e os mesmo escritos nas paredes os mesmos reclamos luminosos todos os dias e sempre o mesmo o mesmo o mesmo sempre mais do mesmo e penso porque não e não sei responder mas também sei porque não. Sigo como num carril é este o meu caminho não adianta aspirar a outros podia mas não este é o meu e não me posso desviar porque também de que valeria desviar-me e como tudo seria diferente se visto pelo olhos de com.

Ansiando por duas semanas sempre sonhar pensar idealizar.