O SUBLIME
Era uma vez um rapaz que não achava de si mesmo suficiente para ser homem era simplesmente rapaz. Era uma vez um rapaz cheio de idealismos de ficções de cenários óptimos. Um dia esse rapaz fartou-se dos idealismos e das condições óptimas fartou-se e simplesmente decidiu deixar. Outro dia esse rapaz viu todos os seus idealismos ultrapassados superados tornados insignificantes um novo algo não tangível tornava-se e ele nele o sublime escolheu-o.
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