MENS AGITAT MOLEM
O desajeitado eternamente latente vem à superfície uma vez mais com algo de demasiado valioso nas mãos. Instantes em câmara demasiado muito demasiado rápida e antes que se aperceba já.
Pânico pavoroso. Repreensões mentais implacáveis. Nó na garganta sem gravata.
O som do tempo a parar se nunca experimentaram a paragem do tempo não conhecem o som muito característico muito rápido e breve é uma fracção de segundo como uma travagem brusca como um aspirar de todas as notas a passagem do som para o não-som pára o tempo e fica o silêncio. Não dura mais que nada é tão fugaz quão impressionante e frustrante. Quando o tempo pára as mãos tremem com aquela tremura que nunca as abandona mais muito mais forte muito mais intensa incapaz de qualquer raciocínio olhos turvos a percepção torna-se tão lenta pelo alarme ou então demasiado rápida e não há como dar resposta a tantos estímulos simultâneos.
Se fosse enumerar os disparates que consegue fazer em tão pouco tempo ninguém acreditava como há quem diga que há dias em que mais valia não sair da cama ainda que tenha que se apanhar o comboio para casa. Qual casa o meu coração sente-se em casa e perfeitamente protegido.
E no episódio anterior esse relativo à casa que o coração reclama como disfarçar o mal-estar com tudo éme dê o que se bebidas minadas vai assistindo naquela fantasia assaltos ataques tiros que me habituei a pensar como casa comportamentos promíscuos ou sou eu que ainda novo já velho e retrógrado e que agora no que me foi dado a ver onde estão todos quem são estes que nos olham desagradavelmente vai lentamente desaparecendo para jogos sexuais nos deixar entregues consigo perceber tudo o que as pessoas dizem a um bando de selvagens. [Cabeça entre os joelhos olhos fechados com tanta força que chega a magoar porque é que isto tudo não desaparece e não volta para nós todo o bem do mundo]
À medida que o comboio abranda o meu coração também.
Pânico pavoroso. Repreensões mentais implacáveis. Nó na garganta sem gravata.
O som do tempo a parar se nunca experimentaram a paragem do tempo não conhecem o som muito característico muito rápido e breve é uma fracção de segundo como uma travagem brusca como um aspirar de todas as notas a passagem do som para o não-som pára o tempo e fica o silêncio. Não dura mais que nada é tão fugaz quão impressionante e frustrante. Quando o tempo pára as mãos tremem com aquela tremura que nunca as abandona mais muito mais forte muito mais intensa incapaz de qualquer raciocínio olhos turvos a percepção torna-se tão lenta pelo alarme ou então demasiado rápida e não há como dar resposta a tantos estímulos simultâneos.
Se fosse enumerar os disparates que consegue fazer em tão pouco tempo ninguém acreditava como há quem diga que há dias em que mais valia não sair da cama ainda que tenha que se apanhar o comboio para casa. Qual casa o meu coração sente-se em casa e perfeitamente protegido.
E no episódio anterior esse relativo à casa que o coração reclama como disfarçar o mal-estar com tudo éme dê o que se bebidas minadas vai assistindo naquela fantasia assaltos ataques tiros que me habituei a pensar como casa comportamentos promíscuos ou sou eu que ainda novo já velho e retrógrado e que agora no que me foi dado a ver onde estão todos quem são estes que nos olham desagradavelmente vai lentamente desaparecendo para jogos sexuais nos deixar entregues consigo perceber tudo o que as pessoas dizem a um bando de selvagens. [Cabeça entre os joelhos olhos fechados com tanta força que chega a magoar porque é que isto tudo não desaparece e não volta para nós todo o bem do mundo]
À medida que o comboio abranda o meu coração também.
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