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24 dezembro 2005

AUTO-AJUDA

Os pés juntos juntinhos quase um por cima do outro no assento de um banco pequeno para os dois lado a lado o banco nem demasiado alto três ou quatro pernas de madeira o assento esse pequeníssimo para sustentar o equilíbrio. A corda áspera magoa na garganta já não faltará muito para que magoe definitivamente e depois se esqueça afinal era só uma corda e no entanto a aspereza com que magoa parece que trinca o pescoço. Agora já um pé cabe no assento o outro levantado para trás como o artista que pontapeia a bola mas este não é artista nem pontapeia a bola este pé levanta-se para trás e pontapeia o banco debaixo do outro pé o chão que foge o ar não sustenta o corpo é a corda que na sua aspereza ferra os dentes no pescoço. O corpo cai no vazio olhos fechados com força tenta não pensar não respirar não se debater. Só uma sucessão de filmes de filmes repetidos de filmes já vistos.