TERRA DA CERVARIA
foto em Região de Turismo do Alto Minho

Seguramente um ano, não sei quantos meses e não sei quantos dias depois (também não interessa).
Ânsia de viver cada instante como se fosse o último. Querer e não poder (ou melhor, não conseguir) absorver cada traço, cada gesto, cada palavra tua. Vontade de cristalizar nesta vivência leve confortável agradável doce apaixonada. Não pensar. Não pensar nisso. Não pensar demasiado. Não chorar. Absolutamente não chorar (e não conseguir, e voltar a tentar e outra vez até conseguir e ainda assim tornar a não conseguir).
Matar bichos na parede com o chinelo azul e toalhetes de casa de banho. E sempre sozinho na casa de banho e não me importo podias ir comigo mas agora não, não na única vez que há companhia que chatice. A senhora da recepção é tão simpática as vizinhas andam falam muito alto alvoroçadas certamente voluntárias dos eventos que vão decorrendo.
Uma ilha só nossa, só para nós, toda ela para nós e nem os barcos. O castelo é privado e tem vistas para todo o lado. Eu entrava já num apartamento que importa devem estar vazios não surpreendíamos ninguém. Não devia subir as escadas à frente, mas em segundo lugar descer primeiro.
Sofreguidão. Exposição. (E muito confortável agradado [como se pode ver] com isso. Tudo isso e muito mais.) Imprevistos. Apetites. Desejos. Fantasmas pairando desvanecendo-se à vista dos factos inequívocos da Natureza.
Beijar. Amar. Não há nada melhor no Mundo que ver-te assim de olhos fechados. Shhh... Vi partir a minha vida num comboio. Eu fiquei na plataforma. Despedida adiada até. [Os olhos húmidos as lágrimas escorrendo apesar da promessa que.]

Seguramente um ano, não sei quantos meses e não sei quantos dias depois (também não interessa).
Ânsia de viver cada instante como se fosse o último. Querer e não poder (ou melhor, não conseguir) absorver cada traço, cada gesto, cada palavra tua. Vontade de cristalizar nesta vivência leve confortável agradável doce apaixonada. Não pensar. Não pensar nisso. Não pensar demasiado. Não chorar. Absolutamente não chorar (e não conseguir, e voltar a tentar e outra vez até conseguir e ainda assim tornar a não conseguir).
Matar bichos na parede com o chinelo azul e toalhetes de casa de banho. E sempre sozinho na casa de banho e não me importo podias ir comigo mas agora não, não na única vez que há companhia que chatice. A senhora da recepção é tão simpática as vizinhas andam falam muito alto alvoroçadas certamente voluntárias dos eventos que vão decorrendo.
Uma ilha só nossa, só para nós, toda ela para nós e nem os barcos. O castelo é privado e tem vistas para todo o lado. Eu entrava já num apartamento que importa devem estar vazios não surpreendíamos ninguém. Não devia subir as escadas à frente, mas em segundo lugar descer primeiro.
Sofreguidão. Exposição. (E muito confortável agradado [como se pode ver] com isso. Tudo isso e muito mais.) Imprevistos. Apetites. Desejos. Fantasmas pairando desvanecendo-se à vista dos factos inequívocos da Natureza.
Beijar. Amar. Não há nada melhor no Mundo que ver-te assim de olhos fechados. Shhh... Vi partir a minha vida num comboio. Eu fiquei na plataforma. Despedida adiada até. [Os olhos húmidos as lágrimas escorrendo apesar da promessa que.]
2 Comentários:
Confessa, amora... Seguramente, desta vez a visita foi bem melhor!
Isso nem é objecto de dúvida... As recordações são inquestionavelmente melhores! Não há termo de comparação possível! AMO-TE! AMO-TE! AMO-TE!
Beijinhos enormes!
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