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26 março 2005

A INCONVENIÊNCIA

Alta hora. Presença inconveniente. Eu, constrangido. Ainda assim, sem ser indelicado.

Um diálogo interrompido e frequentemente interrogado. De maneira desagradável, por vezes. Ou então é a minha paciência. Faço um esforço para que tudo acabe, mas não sou bem sucedido. É tarde. O meu amor explode numa janela colorida, e eu sem poder tranquilamente oferecer-lhe uma rosa.

A inconveniência lê-me as notícias. Eu quero antes ler o meu amor. Que espera por mim, que está tudo bem. Apetece-me dizer de viva voz amo-te mais que tudo na vida mas tal não seria razoável. Demasiado tarde, quem esperava não podia esperar tanto e foi. Mas os ruídos discretos trazem-me sinais da sua presença.

Enfim, uma inconveniência...
Foi mais um dia longe...