OITO OU OITENTA
De manhã, mal. Depois de dormir, bem, mas sem ti. Todo o dia relativamente bem, numa emulação de felicidade mas sempre contigo no pensamento. À noite, mal e muito mal, e já contigo. Uma estupidez, a minha estupidez. Peço-te desculpa (que mais posso fazer?) e penso que tenho de mudar.
E no fim tudo bem, tudo quase-óptimo. Ainda bem que não és como eu...
E no fim tudo bem, tudo quase-óptimo. Ainda bem que não és como eu...
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