FRENTE A FRENTE
Sei de cor o branco da mesa e o verde dos azulejos. Sei de cor o tapete no chão, para onde fujo com os olhos e me perco por momentos. Sei de cor a cortiça da base de mesa à minha frente, que imagino afixada numa parede, preenchida com fotos ou outras recordações.
Sei de cor esta sensação de nó na garganta. De não saber o que dizer, o que pensar, o que sentir. De ver o azul e o vermelho dançar por cima da cama, sob os meus olhos líquidos.
Sei de cor esta sensação de nó na garganta. De não saber o que dizer, o que pensar, o que sentir. De ver o azul e o vermelho dançar por cima da cama, sob os meus olhos líquidos.
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